sábado, 10 de dezembro de 2016

Benjamin responde Anísio Maia sobre bancada paraibana: 'não aceita o fato de ter perdido o poder'




                                      

O coordenador da bancada federal, o deputado Benjamin Maranhão (SD), lamentou as críticas a reunião dos parlamentares paraibanos com o presidente da República, Michel Temer (PMDB) na última quinta-feira (8). Ele lembrou que o encontro serviu para expor a situação critica do Estado, conseguir ações emergências contra a seca para todo o estado, recursos para minimizar os efeitos da crise hídrica em Campina Grande, além de reivindicar o início das obras do terceiro eixo de entrada de água da transposição do Rio São Francisco na Paraíba. "As críticas vieram de falta de informação ou má-fé", destacou. 

De acordo com Benjamin, certamente o responsável pelas críticas não deve ter acompanhado o noticiário e se informado da pauta e das ações conquistadas na reunião da bancada com o presidente. "O problema de grande parte dos petistas é que não aceita o fato de ter perdido o poder, e perderam por desonestidade, corrupção, deslealdade com o povo. Então, tentam desqualificar qualquer iniciativa que venha do atual governo. O parlamentar tem uma postura desagregadora e ao invés de unir forças ou atuar de forma mais efetiva, quer ganhar holofotes criticando tudo e todos ", comentou. 

Para o deputado, é preciso destacar a união da bancada federal, que deixou cores partidárias de lado e luta pelos interesses dos paraibanos. "Queremos o melhor para a Paraíba e não nos envolvemos em picuinhas políticas. Vivemos a pior seca dos últimos 80 anos e não podemos ficar com o jogo do quanto pior melhor, precisamos unir forças para lutar por mais recursos e obras estruturantes", disse. 

Entenda - O deputado estadual Anísio Maia (PT) afirmou que os parlamentares paraibanos humilharam nosso estado ao pedirem e comemorarem algumas migalhas para um problema tão complexo quanto à seca. “De uma bancada que não se dá ao respeito podemos esperar de tudo. Está provado que quando fazem alguma cobrança ao governo federal é apenas jogo de cena para a opinião pública. Eles não falam alto com Temer para não arriscar seus cargos.”
Os deputados federais e senadores entregaram uma carta ao presidente com o título “A Paraíba pede socorro”, com versos de Patativa do Assaré na abertura e com um forte teor dramático pedindo ajuda para o enfrentamento da seca. Além dos R$ 7 milhões, o presidente Temer prometeu celeridade na transposição do Rio São Francisco, obra dos governos petistas.
“Como se justifica receber uma esmola de R$ 7 milhões para um problema tão sério e complexo como a seca e ainda saírem satisfeitos e agradecidos da reunião? Esta falta de altivez humilha nosso povo. A Paraíba não precisa de esmolas e nem de representantes como estes que só nos envergonham”, concluiu.

Assessoria 
Fonte: http://www.paraiba.com.br/

Homem é morto a tiros enquanto aguardava conserto em oficina de veículos em JP

Crime aconteceu na manhã deste sábado, na comunidade São Luís, no Bessa



                                                  
Vítima morreu na hora
Reprodução/Instagram/Emerson Machado

Um homem de 48 anos foi assassinado a tiros na manhã deste sábado (10) em uma oficina na comunidade São Luís, no bairro do Bessa, em João Pessoa. Segundo a Polícia Civil, o crime aconteceu por volta das 9h, enquanto a vítima esperava o conserto de um veículo.

De acordo com o delegado Pedro Ivo, o homem foi atingido por pelo menos cinco disparos. Ele morreu na hora. Ainda conforme o delegado, o homem era ex-presidiário. Ele foi condenado por crime de homicídio e passou 14 anos preso.
Até a publicação desta matéria, a Polícia Civil não tinha informações sobre suspeitos. “Ninguém se apresentou à polícia como testemunha e a dinâmica do crime ainda está sendo apurada. Vamos analisar imagens feitas por circuitos de segurança da área para identificar os suspeitos”, informou.
O corpo do homem assassinado foi levado para a Gerência de Medicina e Odontologia Legal (Gemol). 

Fonte: portal correio

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Maranhão inclui 21 cidades no Água Para Todos e DNOCS prevê solução para seca




                                      

O senador José Maranhão conseguiu junto ao Governo Federal a inclusão de mais 21 cidades da Paraíba no programa Água Para Todos. Estas cidades estavam excluídas do programa lançado em 2013. A partir de agora estas cidades serão contempladas com sistema simplificado de abastecimento d’água para zona rural. Este programa é gerenciado pelo DNOCS.
Ainda após uma série de audiências e encontros entre o senador José Maranhão, o coordenador do DNOCS na Paraíba, Alberto Batista, em órgãos e Ministérios do Governo Federal, ficou mais uma vez confirmado o ramal para o Açude Capivara para atender todas as cidades contempladas com Adutora Capivara executada no terceiro Governo Maranhão.
“Também foi definido que a ordem de serviço das intervenções das barragens de Porções, Camalau e Boqueirão serão efetivadas está semana, uma vez que todo processo está concluso para darmos início e concluir antes da chegada da água em Monteiro, tendo o DNOCS comandado todo processo para efetiva execução e conclusão com sucesso”, destacou Alberto.
Ainda segundo Alberto, foi cobrado também pelo senador, o plano trabalho enviado ao Ministério Integração pelo DNOCS da Paraíba no valor de R$ 84 milhões (Sistemas Simplificado de Poços) para convivência com a seca nas cidades que estão com decreto de emergência.
“Nós que fazemos o DNOCS temos a responsabilidade e certeza que atingiremos os anseios dos nossos irmãos paraibanos, que é a solução definitiva da falta d’água”, concluiu.
MaisPB

Professores da UEPB ameaçam deflagrar greve na volta às aulas




                                       
                                      
Foto: Paraibaonline

Os professores da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) estão sob ameaça de greve outra vez.
Durante assembleia realizada na última quarta-feira (7), os docentes já decidiram por decretar estado de greve, que é uma espécie de alerta para a possível deflagração.
Segundo informações do presidente da associação dos docentes da universidade (Aduepb), professor Nelson Júnior, o governo do Estado não atendeu aos inúmeros apelos da classe, que cobram melhorias nos salários e respeito à autonomia da instituição.
Uma assembleia será marcada no início da volta às aulas, em 2017, e o tema da paralisação será discutido outra vez.
O calendário da instituição ainda tenta se readequar ao ano letivo devido à última greve.
Para se ter uma ideia, o período 2016.2 começou em novembro e será interrompido pelo recesso de fim de ano e férias.

FONTE: http://paraibaonline.net.br/

Divulgadas imagens de presos de explosões a bancos de A. Grande




                                      

Dinheiro roubado do Banco do Brasil de Alagoa Grande, apreendido com os integrantes.
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Identificado como, Severino Fernandes dos Santos.
Dois integrantes da quadrilha que explodiu as Agências do BB, Bradesco e Correios de Alagoa Grande, Brejo paraibano, na madrugada desta quinta-feira (08) foram presos no final da manhã. Os criminosos foram capturados por policiais militares do 4º BPM, no Sítio Cachoeira, Zona Rural de Matinhas, Região Metropolitana de Campina Grande.
De acordo com Subcomandante do 4º BPM, Major Sinval, os criminosos foram presos e encaminhados para a sede da Polícia Federal em Campina Grande. Segundo Sinval, com eles foram apreendidos um fuzil, 15 coletes à prova de bala, dinheiro roubado do BB e explosivos.
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Identificado como, Arthur Stefano Ramos da Silva.
“Na verdade nós conseguimos prender dois assaltantes no Sítio Cachoeira, zona rural de Matinhas. Sendo assim, levados para sede da Polícia Federal de Campina Grande. Apreendemos um fuzil, 15 colete à prova de bala, dinheiro subtraído do Banco do Brasil e explosivos”, declarou.
O Major Sinval afirmou que a Polícia segue realizando diligenciais, no intuito de localizar e prender outros assaltantes.
“Nós estamos em diligências, na tentativa de alcançar mais integrantes da quadrilha”, disse.


Fonte:
http://www.nordeste1.com/

Entenda o que muda na sua aposentadoria com aprovação da reforma da Previdência

Se aprovada no Congresso, a medida vai criar novas regras de idade, de tempo de contribuição. Segundo o governo, a reforma vai dar sustentabilidade para a Previdência e respeitar direitos adquiridos



                                                                             
Imagem ilustrativa
Antonio Cruz/Agência Brasil

A proposta de Reforma da Previdência apresentada nessa segunda-feira (5) pelo governo federal estipula uma idade mínima de aposentadoria aos 65 anos para homens e mulheres em contraponto ao que ocorre atualmente, onde eles podem pedir a aposentadoria com 30 anos de contribuição, no caso das mulheres, e 35 anos no dos homens. Entenda abaixo quais as principais mudanças que devem ocorrer caso a reformar seja aprovada.




Se aprovada no Congresso, a medida vai criar novas regras de idade, de tempo de contribuição. Segundo o governo, a reforma vai dar sustentabilidade para a Previdência e respeitar direitos adquiridos.

Caso aprovada, a aposentadoria passa a ser concedida para os brasileiros a partir dos 65 anos. Além disso, para adquirir esse direito, o trabalhador terá de ter contribuído por no mínimo 25 anos.

O novo formato de Previdência valerá apenas para homens com menos de 50 anos e para as mulheres com menos de 45. Quem estiver acima dessas idades vão ser atendidos por uma regra de transição.

Regra de transição para aposentadoria

Na prática, para essas pessoas, é como se a norma antiga ainda vigorasse, mas com acréscimo no tempo de serviço.

Supondo que um homem de 52 anos esteja para se aposentar pela regra antiga e ele tenha mais 12 meses de serviço, o seu tempo final para receber a aposentadoria sofre uma pequena mudança. Ele terá de fazer um acréscimo de 50% nesse prazo.

Com isso, ao invés de trabalhar mais um ano, ele ficará na ativa por mais um ano e meio. Por essa norma, se faltarem dois anos para a pessoa se aposentar, ela terá de trabalhar três anos; se faltarem três anos, ele terá de trabalhar 4 anos e meio.

Como calcular o valor da aposentadoria

O valor da aposentadoria vai corresponder a 51% da média dos salários de contribuição, mais um ponto percentual para cada ano de contribuição até o limite de 100%. O trabalhador com 25 anos de contribuição e 65 de idade irá se aposentar com renda igual a 76% do seu salário de contribuição.

Esse valor, no entanto, pode aumentar. Se o trabalhador ficar na ativa e contribuir por mais 12 meses além dos 65 anos, ele vai receber o equivalente a 77% do seu salário de contribuição e isso sobe sucessivamente até atingir os 100%.

A reforma ainda vai mudar as regras para pensões por morte; criar uma lei de Responsabilidade Previdenciária; colocar fim às isenções para contribuições previdenciárias sobre as receitas decorrentes de exportações; além de estabelecer uma unidade gestora única por ente federativo.

Governo alega economia com a mudança

Segundo o governo federal, a reforma vai gerar uma economia de R$ 4,6 bilhões apenas no primeiro ano de vigência da PEC. Já o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) vai economizar R$ 678 bilhões até 2027 com a reforma.

Fonte: portal correio

Bandidos assaltam moradores do Sítio Lagoa do Mato, em Solânea



                                          

Dois bandidos abordaram moradores do Sítio Lagoa do Mato, em Solânea, e roubaram R$ 1.600. Foram duas as vítimas, uma de 44 anos e outra de 77. Do primeiro foi levado a quantia de R$ 300 e da segunda, R$ 1.300.
Por volta das 09h30 a Polícia Militar foi acionada por um popular, que relatou que após o crime os indivíduos fugiram e tomaram destino ignorado.
Compareceram ao local as viaturas 6932, 6886 e 6471, todas coordenadas pelo 1º sargento Edimilson, que efetuaram rondas por toda aquela localidade, porém sem êxito.
Fonte: Focando a Notícia

Temer garante liberação de R$ 7,5 mi para plano emergencial de CG




                                         

Em reunião com a bancada federal paraibana em Brasília na tarde desta quinta-feira (8), o presidente da República, Michel Temer, garantiu a liberação de R$ 7,5 milhões para a execução de obras emergenciais para atender Campina Grande e os outros 18 municípios abastecidos pelo açude Boqueirão e a inclusão do Ramal Piancó nas obras da transposição das águas do rio São Francisco.

“Tivemos uma reunião de trabalho com presidente e o ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho. Apresentamos a situação que a Paraíba se encontra. Entregamos uma carta, descrevendo os problemas hídricos que se avolumam e pedindo urgência na execução de medidas que possam garantir o abastecimento emergencial dos municípios. Entregamos também um ofício, solicitando a inclusão do Ramal do rio Piancó no projeto da Transposição”, explicou o coordenador da bancada paraibana no Congresso, deputado Benjamin Maranhão (SD).

Ele ressaltou que para garantir que o novo ramal seja inserido no projeto, os parlamentares do Estado destinaram recursos através de emenda coletiva. “O ministro Helder Barbalho garantiu que a outra parte dos recursos poderá vir do PAC – Plano de Aceleração do Crescimento. Esse canal seria o mais curto de todo o programa e terá 20 quilômetros de extensão, interligando o rio Piancó até o sistema Coremas/Mãe D’água”, contou.

Além de Benjamin Maranhão, estiveram presente à reunião os deputados federais Rômulo Gouveia (PSD), Pedro Cunha Lima (PSDB), Wilson Filho (PTB), Efraim Filho (DEM) e Aguinaldo Ribeiro (PP), e os senadores José Maranhão (PMDB), Raimundo Lira (PMDB) e Deca do Atacadão (PSDB).


Abaixo segue a carta entregue ao presidente Michel Temer:

Excelentíssimo senhor presidente Michel Temer, A Paraíba pede socorro “Meu Deus, meu Deus Setembro passou Outubro e novembro Já estamos em dezembro Meu Deus, que é de nós Meu Deus, meu Deus Assim fala o pobre Do seco Nordeste Com medo da peste Da fome feroz” (Patativa do Assaré) A Paraíba assiste desolada a maior crise hídrica de sua história. Oitenta e oito por cento (88%) dos municípios paraibanos estão em situação de emergência. Das 223 cidades do Estado, 197 precisam de ajuda de forma emergencial para enfrentar o grave problema de desabastecimento de água que assola sua população. É um Estado quase que em sua totalidade amargando o dessabor de conviver com a privação severa da ausência de água. Sabemos que essa escassez na Paraíba e em todo o Semiárido nordestino é problema histórico, enfrentado desde o início do processo de povoamento dessa região do País. Contudo, a ausência de uma política permanente de armazenamento e distribuição desses recursos fez com que a situação em nosso Estado tenha se tornado ano a ano mais dramática. Além disso, a diminuição na quantidade de chuvas nesses últimos seis anos fez o que já vinha ruim, piorar ainda muito mais. Para que se tenha uma ideia da situação em que estamos, dos 126 mananciais monitorados pela Agência Estadual de Gestão das Águas (Aesa), 70 deles, o equivalente a 55%, têm hoje menos de 5% de sua capacidade. Outros 28 têm menos de 20% da quantidade de água que podem abrigar. Nossos rebanhos foram dizimados, plantações quase não existem e a produção de leite hoje é insignificante. Mas, a situação mais alarmante é a falta de água para o consumo humano, em alguns lugares as pessoas estão utilizando lama. Até a merenda escolar foi modificada. Hoje, os alunos comem alimentos que não precisam de preparo, pois não há água para cozinhar e muito menos para lavar utensílios. Em alguns municípios o ano letivo foi reduzido. Chegamos ao ponto crítico da falta de água atingir até as regiões que não estão localizadas no Sertão, área com menor densidade pluviométrica. O desabastecimento abateu a segunda maior cidade do Estado, situada no agreste paraibano, na Serra da Borborema. Lá, a terra do Maior São João do Mundo, Campina Grande, vive, sem dúvida alguma, o pior momento de sua história, no tocante ao fornecimento de água. O açude Epitácio Pessoa, que atende a Campina e outros 18 municípios da região, acumula somente 5,2% de sua capacidade total. ‘Boqueirão’, como é mais conhecido, tem capacidade para 411.686,287 m³, mas só armazena hoje 21.609.456 m³. A situação hoje é preocupante, mas o cenário que se desenha para um futuro próximo é de mais alerta: Boqueirão pode vir a secar por completo no início do próximo ano. Antes que as águas da Transposição do Rio São Francisco cheguem em território paraibano. O quadro se repete em outros grandes mananciais do Estado. Coremas, que pode armazenar 591.646.222 m³, possui hoje apenas 2,6% de água. O açude de Engenheiro Ávidos está com 5,2% de seu volume preenchido. E assim, segue todos os mananciais que abastecem as cidades paraibanas. A exceção está apenas no Litoral, que ainda pode contar com grande reserva. Portanto, senhor presidente, os parlamentes paraibanos solicitam a Vossa Excelência a execução de ações emergenciais que possam aliviar o sofrimento das famílias que amargam a convivência com a escassez de água e ainda precisam lidar com a forma mal planejada de fazer com que esse bem tão precioso chegue até elas. Solicitamos a construção de adutoras de engate rápido, um maior aporte de recursos para a contratação de carros-pipa e para a construção de cisternas. E, como não poderia deixar de ser, pedimos empenho completo para que as obras da transposição das águas do Rio São Francisco sejam percebidas como prioridade absoluta, como sendo assunto de segurança e emergência nacional e, assim, possam ser concluídas dentro do cronograma previsto, com a expectativa que cheguem ao Eixo Leste, no município paraibano de Monteiro, em abril do próximo ano. Já é sabido que seca no Nordeste é um problema sócio-político e não climático, pois existe tecnologia capaz de garantir o sucesso do armazenamento e distribuição de água e ainda do seu uso para as atividades agropecuárias em regiões semi-áridas. Mas, o que se criou no Nordeste brasileiro foi uma cruel falta de atenção ao desenvolvimento e até a subsistência de um povo, trazendo prejuízos históricos a milhares de pessoas. Se não podemos mais modificar o passado, nos vemos diante da latente chance de mudar o futuro e fazer com que as novas gerações de nordestinos enxerguem a falta de água como um problema que ficará nas más lembranças do tempo pretérito. Bancada de parlamentares paraibanos no Congresso Nacional



PB agora com Assessoria

Deputado potiguar quer Ricardo Coutinho emprestado para “ajeitar” o RN




                                        

O deputado estadual pelo Rio Grande do Norte, Kelps Lima (SD), se mostrou indignado com as declarações do governador de seu Estado, Robinson Faria (PSD), de que se o servidor público que queira ter o 13º salário, terá que fazer um empréstimo pessoal, na esperança de que um dia o governo pague, algo que os paraibanos já vivenciaram, quando Cássio Cunha Lima (PSDB) foi governador.
Mas, Kelps questionou o que é que acontece em no Rio Grande do Norte, se na Paraíba, estado vizinho, a realidade é outra. Ele citou que o governador Ricardo Coutinho (PSB) já havia anunciado data de pagamento para a segunda parcela do 13º aos servidores paraibanos, os salários estão em dia. E ainda: Kelps afirmou que seria bom se Ricardo governasse por pelo menos seis meses o Rio Grande do Norte.

Fonte: paraibaja.com.br
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Benjamim se diz desanimado com proposta da reforma da Previdência e aposta em negociação

Deputado diz que proposta precisa ser analisada a fundo e espera ainda que sejam modificados alguns pontos mais incômodos da proposta inicial, como idade mínima de 65 anos



                                                    


O deputado federal Benjamin Maranhão (SD) não ficou contente com a proposta de Reforma da Previdência elaborada pelo Governo Federal. Em entrevista ao ClickPB, o deputado afirmou que recebeu o texto da proposta nesta quarta-feira (7) e que em uma leitura rápida, constatou que é uma matéria “muito polêmica”.
“Não estou nada animado com essa proposta”, admite Benjamin, que ressalta que ela precisa ser analisada a fundo. O deputado espera ainda que sejam modificados alguns pontos mais incômodos da proposta inicial.
Apesar da dureza do projeto, Benjamin acredita que há espaço para negociação. A modificação no projeto dependerá do empenho de negociação dos parlamentares, de acordo com o que acredita Benjamin Maranhão. “Há margem de negociação para atender à questão social”, ressalta o deputado.
Ele adianta que considera “que uma idade mínima de 65 anos é muito tempo”. O deputado também destacou outros problemas como o benefício de prestação continuada, que deve ser elevado dos 65 para os 70 anos, de acordo com a matéria.
A Reforma da Previdência deverá ser discutida no próximo semestre pelo Congresso Nacional. O texto foi elaborado pelo Executivo e chegou nesta terça-feira (6) ao Congresso Nacional. A proposta estabelece a idade mínima de 65 anos para homens e mulheres se aposentarem e tempo mínimo de contribuição de 25 anos. Essa regra valerá para homens com idade inferior a 50 anos e mulheres com menos de 45 anos.
Fonte: https://www.clickpb.com.br